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DIREITOS FUNCIONAIS

Direção regional do SINTE e núcleos municipais em Campanha Salarial

160

23 Mar 2015

O SINTE/RN lidera campanhas salariais intensas em vários os municípios. Protestos, passeatas e até greves estão sendo realizadas para combater a incoerência dos prefeitos que se recusam a atender os direitos dos professores garantidos pela Lei.

Mas a luta se dá também no campo jurídico quando, sem argumentos políticos as administrações municipais recorrem ao Poder Judiciário para tentar minar a força da luta. Um sinal de fraqueza e de descompromisso com a educação.

Nesses casos, têm recebido a resposta à altura, como é foi o caso de Goianinha onde o SINTE/RN obteve da Justiça o julgamento favorável ao movimento grevista.

Para a coordenadora geral Fátima Cardoso, a ação do SINTE é coerente com o seu papel. “Seguimos reivindicando valorização salarial, mas também as condições para planejar, repensar a prática pedagógica e dar lugar a construção de novos processos pedagógicos que vão desde o atendimento individual ao aluno, ao pai a planejar suas aulas, estudar e manter-se em sintonia com as novas pedagogias”, explica Fátima.

Para ela, os prefeitos não pensam assim o pedagógico. Eles querem a qualquer custo manter um ensino desqualificado para dar satisfação a sociedade. “Nós profissionais com responsabilidade requeremos nossos direitos previstos por lei. Eles querem manter as aparências. Nós a aprendizagem e o verdadeiro direito à educação. Vamos seguir com a luta e convidamos a todos/as a se unirem nesta causa que é social.”, ressalta.

 

DIREITOS FUNCIONAIS

Direção regional do SINTE e núcleos municipais em Campanha Salarial

160

23 Mar 2015

O SINTE/RN lidera campanhas salariais intensas em vários os municípios. Protestos, passeatas e até greves estão sendo realizadas para combater a incoerência dos prefeitos que se recusam a atender os direitos dos professores garantidos pela Lei.

Mas a luta se dá também no campo jurídico quando, sem argumentos políticos as administrações municipais recorrem ao Poder Judiciário para tentar minar a força da luta. Um sinal de fraqueza e de descompromisso com a educação.

Nesses casos, têm recebido a resposta à altura, como é foi o caso de Goianinha onde o SINTE/RN obteve da Justiça o julgamento favorável ao movimento grevista.

Para a coordenadora geral Fátima Cardoso, a ação do SINTE é coerente com o seu papel. “Seguimos reivindicando valorização salarial, mas também as condições para planejar, repensar a prática pedagógica e dar lugar a construção de novos processos pedagógicos que vão desde o atendimento individual ao aluno, ao pai a planejar suas aulas, estudar e manter-se em sintonia com as novas pedagogias”, explica Fátima.

Para ela, os prefeitos não pensam assim o pedagógico. Eles querem a qualquer custo manter um ensino desqualificado para dar satisfação a sociedade. “Nós profissionais com responsabilidade requeremos nossos direitos previstos por lei. Eles querem manter as aparências. Nós a aprendizagem e o verdadeiro direito à educação. Vamos seguir com a luta e convidamos a todos/as a se unirem nesta causa que é social.”, ressalta.

 

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