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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Não há déficit na previdência, afirmam especialistas da ANFIP e FENAFISCO

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4 Dec 2017

Créditos: Lenilton Lima

Não existe déficit na previdência nacional. A afirmação foi feita pelo diretor parlamentar da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Pedro Lopes, e ratificada pelo presidente da ANFIP (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), Floriano de Sá Neto. Os dois especialistas apresentaram o relatório da CPI da previdência em Audiência Pública na manhã desta segunda-feira (04). A audiência foi proposta pelo deputado estadual Fernando Mineiro e aconteceu no Plenarinho da Assembleia Legislativa, contando com a participação do SINTE/RN, representantes de outros sindicatos que compõem o Fórum Estadual dos Servidores e de centrais sindicais.

De acordo com Pedro Lopes (Fenafisco), a CPI da previdência demonstrou que as receitas da previdência nacional superam as despesas: “A previdência é totalmente superavitária. Os números comprovam isso. Então, essa Reforma da Previdência não tem razão de existir. Ela, na verdade, é um grande retrocesso social porque tira do trabalhador vários benefícios”.

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Já Floriano de Sá Neto (ANFIP) afirmou que anualmente sobram cerca de 11 bilhões de reais no caixa da previdência, segundo um estudo feito pela ANFIP. Ele lembrou que o que vem comprometendo a saúde da receita previdenciária é sonegação de impostos que os grandes empresários cometem e o perdão do governo Temer às dívidas dos grandes devedores: “A CPI da previdência estudou com profundidade o sistema previdenciário e pôde desmascarar este discurso falacioso de déficit previdenciário”.

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O advogado especialista em direito previdenciário, Nereu Linhares, criticou a emenda aglutinativa da previdência à PEC da Reforma da Previdência (287/2016) que recentemente foi apresentada pelo governo federal. Segundo ele, a emenda mantém os mesmos males já contidos na PEC 287. Ele também criticou a intensa propaganda favorável a Reforma da Previdência que o governo Temer tem feito nos meios de comunicação para confundir a população brasileira.

O deputado estadual Fernando Mineiro, propositor da audiência, disse que momentos como esse são importantes para dialogar com a sociedade sobre os males da Reforma da Previdência e mostrar a política de retirada de direitos do governo Temer: “Nós tivemos a oportunidade de conhecer os dados, ter informações sobre  como realmente está a questão previdência. Ficou claro, não há déficit, mas sim má gestão, em particular na questão da sonegação”.

O coordenador geral do SINTE/RN, professor José Teixeira, lembrou que aqui no RN o governo Robinson Faria também quer reformar a previdência seguindo a cartilha do governo Temer, que prejudica todos os trabalhadores. O Sindicalista convocou a categoria para a mobilização nacional desta terça (05): “A audiência veio nos fortalecer no sentido de entender que a previdência é superavitária. Portanto, ir às ruas nesta terça-feira (05 de dezembro) para protestar e barrar a reforma da previdência nacional é fundamental”.

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REFORMA DA PREVIDÊNCIA

Não há déficit na previdência, afirmam especialistas da ANFIP e FENAFISCO

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4 Dec 2017

Créditos: Lenilton Lima

Não existe déficit na previdência nacional. A afirmação foi feita pelo diretor parlamentar da Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Fenafisco), Pedro Lopes, e ratificada pelo presidente da ANFIP (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil), Floriano de Sá Neto. Os dois especialistas apresentaram o relatório da CPI da previdência em Audiência Pública na manhã desta segunda-feira (04). A audiência foi proposta pelo deputado estadual Fernando Mineiro e aconteceu no Plenarinho da Assembleia Legislativa, contando com a participação do SINTE/RN, representantes de outros sindicatos que compõem o Fórum Estadual dos Servidores e de centrais sindicais.

De acordo com Pedro Lopes (Fenafisco), a CPI da previdência demonstrou que as receitas da previdência nacional superam as despesas: “A previdência é totalmente superavitária. Os números comprovam isso. Então, essa Reforma da Previdência não tem razão de existir. Ela, na verdade, é um grande retrocesso social porque tira do trabalhador vários benefícios”.

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Já Floriano de Sá Neto (ANFIP) afirmou que anualmente sobram cerca de 11 bilhões de reais no caixa da previdência, segundo um estudo feito pela ANFIP. Ele lembrou que o que vem comprometendo a saúde da receita previdenciária é sonegação de impostos que os grandes empresários cometem e o perdão do governo Temer às dívidas dos grandes devedores: “A CPI da previdência estudou com profundidade o sistema previdenciário e pôde desmascarar este discurso falacioso de déficit previdenciário”.

24726702_10208246681723578_38749857_n

O advogado especialista em direito previdenciário, Nereu Linhares, criticou a emenda aglutinativa da previdência à PEC da Reforma da Previdência (287/2016) que recentemente foi apresentada pelo governo federal. Segundo ele, a emenda mantém os mesmos males já contidos na PEC 287. Ele também criticou a intensa propaganda favorável a Reforma da Previdência que o governo Temer tem feito nos meios de comunicação para confundir a população brasileira.

O deputado estadual Fernando Mineiro, propositor da audiência, disse que momentos como esse são importantes para dialogar com a sociedade sobre os males da Reforma da Previdência e mostrar a política de retirada de direitos do governo Temer: “Nós tivemos a oportunidade de conhecer os dados, ter informações sobre  como realmente está a questão previdência. Ficou claro, não há déficit, mas sim má gestão, em particular na questão da sonegação”.

O coordenador geral do SINTE/RN, professor José Teixeira, lembrou que aqui no RN o governo Robinson Faria também quer reformar a previdência seguindo a cartilha do governo Temer, que prejudica todos os trabalhadores. O Sindicalista convocou a categoria para a mobilização nacional desta terça (05): “A audiência veio nos fortalecer no sentido de entender que a previdência é superavitária. Portanto, ir às ruas nesta terça-feira (05 de dezembro) para protestar e barrar a reforma da previdência nacional é fundamental”.

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