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DENÚNCIA

Professor da Rede Estadual denuncia que está há cinco meses sem receber salário

676

14 Oct 2019

Cinco meses sem receber um centavo. Esse é o tempo que o professor Wisley Álex está sem receber o seu salário. Profissional temporário do quadro técnico que leciona em um CEEP (Centro Estadual de Educação Profissionalizante) da Rede Estadual, Wisley conta que vem enfrentando esta situação desde que foi contratado. Desesperado, ele fez um apelo nas redes sociais e entrou em contato com a direção do SINTE/RN. “Tenho filho e contas a pagar, não posso mais passar por esta condição desnecessária e sem nenhum profissionalismo que a SEEC está promovendo”, afirmou.

Wisley Álex conta que não teve alternativa e parou de dar aulas: “Pela situação, fui obrigado, por questões de sobrevivência, a tomar uma atitude, pela única forma que me é possível, parando minhas atividades. Peço desculpas ao principal afetado por esta irresponsabilidade da secretaria, que é o aluno, o segundo prejudicado é a sociedade ao qual também devo pedidos de desculpas.  Espero, de coração, que vocês me entendam”.

Mas esta situação não é isolada. Informações passadas a direção do SINTE dão conta que outros professores passam pelo mesmo drama de trabalhar e não ter o seu salário no final do mês.

DENÚNCIA

Professor da Rede Estadual denuncia que está há cinco meses sem receber salário

676

14 Oct 2019

Cinco meses sem receber um centavo. Esse é o tempo que o professor Wisley Álex está sem receber o seu salário. Profissional temporário do quadro técnico que leciona em um CEEP (Centro Estadual de Educação Profissionalizante) da Rede Estadual, Wisley conta que vem enfrentando esta situação desde que foi contratado. Desesperado, ele fez um apelo nas redes sociais e entrou em contato com a direção do SINTE/RN. “Tenho filho e contas a pagar, não posso mais passar por esta condição desnecessária e sem nenhum profissionalismo que a SEEC está promovendo”, afirmou.

Wisley Álex conta que não teve alternativa e parou de dar aulas: “Pela situação, fui obrigado, por questões de sobrevivência, a tomar uma atitude, pela única forma que me é possível, parando minhas atividades. Peço desculpas ao principal afetado por esta irresponsabilidade da secretaria, que é o aluno, o segundo prejudicado é a sociedade ao qual também devo pedidos de desculpas.  Espero, de coração, que vocês me entendam”.

Mas esta situação não é isolada. Informações passadas a direção do SINTE dão conta que outros professores passam pelo mesmo drama de trabalhar e não ter o seu salário no final do mês.

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