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INTERIOR

SINTE/RN prestigia atividades do “Agosto Lilás” em escola do interior do Estado

121

7 Aug 2019

O SINTE/RN, representado pela diretora de relações de gênero, professora Fátima Costa, prestigiou as atividades do “Agosto Lilás” em uma escola do interior do RN. A visita aconteceu na manhã desta quarta-feira (07) na Escola Estadual Juscelino Kubitschek, na cidade de Assú. A atividade reuniu professoras e estudantes que dialogaram acerca dos direitos da mulher.

Agosto Lilás e Lei Maria da Penha

O “Agosto Lilás” é uma campanha que celebra os 13 anos da vigência e importância da Lei Maria da Penha: “São 13 anos de conquistas e desafios. Mas seguiremos em marcha até que sejamos livres!”, afirmou a diretora Fátima Costa.

A lei Maria da Penha foi criada em 2006 para inibir e combater os casos de violência contra a mulher no Brasil. Tem esse nome em homenagem a Maria da Penha Maia Fernandes, mulher que durante 23 anos sofreu agressões do ex-marido e ficou paraplégica após uma tentativa de assassinato. O julgamento do seu caso demorou a acontecer devido a falta de uma legislação clara que punisse os crimes contra as mulheres. A partir da Lei Maria da Penha “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial” é considerada crime de violência contra a mulher.

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SINTE/RN prestigia atividades do “Agosto Lilás” em escola do interior do Estado

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7 Aug 2019

O SINTE/RN, representado pela diretora de relações de gênero, professora Fátima Costa, prestigiou as atividades do “Agosto Lilás” em uma escola do interior do RN. A visita aconteceu na manhã desta quarta-feira (07) na Escola Estadual Juscelino Kubitschek, na cidade de Assú. A atividade reuniu professoras e estudantes que dialogaram acerca dos direitos da mulher.

Agosto Lilás e Lei Maria da Penha

O “Agosto Lilás” é uma campanha que celebra os 13 anos da vigência e importância da Lei Maria da Penha: “São 13 anos de conquistas e desafios. Mas seguiremos em marcha até que sejamos livres!”, afirmou a diretora Fátima Costa.

A lei Maria da Penha foi criada em 2006 para inibir e combater os casos de violência contra a mulher no Brasil. Tem esse nome em homenagem a Maria da Penha Maia Fernandes, mulher que durante 23 anos sofreu agressões do ex-marido e ficou paraplégica após uma tentativa de assassinato. O julgamento do seu caso demorou a acontecer devido a falta de uma legislação clara que punisse os crimes contra as mulheres. A partir da Lei Maria da Penha “qualquer ação ou omissão baseada no gênero que lhe cause morte, lesão, sofrimento físico, sexual ou psicológico e dano moral ou patrimonial” é considerada crime de violência contra a mulher.

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