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Em defesa da democracia e do processo eleitoral, SINTE repudia intervenções no IFRN e UFERSA

10 Sep 2020

Em defesa da democracia e do respeito ao processo eleitoral, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (SINTE/RN) repudia as atuais intervenções do Ministério da Educação (MEC) no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Ambas as instituições estão sob o comando de pessoas que não têm legitimidade.

O IFRN está sendo dirigido pelo interventor Josué Moreira, nomeado em abril pelo ex-ministro da educação Abraham Weintraub. Embora não tenha participado do pleito de dezembro de 2019 (que elegeu o professor José Arnóbio para reitor) e esteja sob constante protestos dos alunos, professores e funcionários do Instituto, insiste em continuar como reitor pro-tempore. Claramente aliado a política perseguidora do Governo de Jair Bolsonaro, Josué Moreira mandou a Polícia Militar reprimir estudantes e funcionários em 11 de agosto, pleno Dia do Estudante, durante uma manifestação pacífica. A operação foi repudiada pelo Governo do Estado, que determinou a imediata saída da corporação do local.

A UFERSA está submetida a administração da professora Ludimilla Oliveira, nomeada em 21 de agosto pelo presidente Bolsonaro. Na última eleição para escolha de reitor Ludimilla ficou em terceiro lugar, com 18,33% dos votos. Quem venceu o pleito foi o professor Rodrigo Codes, que obteve 37,55% dos votos. Apesar de listas tríplices serem legais nas universidades federais, os últimos governos sempre respeitaram o voto da comunidade acadêmica. Por isso, estudantes, professores e funcionários da Instituição exigem que Rodrigo seja empossado.

Assim, o SINTE/RN se soma a todas e todos que não aceitam reitores indicados, interventores ou pessoas não eleitas através de processo eleitoral democrático para dirigir instituições federais, sobretudo porque estas figuras têm perseguido seus opositores e são aliadas a política de desmonte da educação.

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Em defesa da democracia e do processo eleitoral, SINTE repudia intervenções no IFRN e UFERSA

10 Sep 2020

Em defesa da democracia e do respeito ao processo eleitoral, o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Rio Grande do Norte (SINTE/RN) repudia as atuais intervenções do Ministério da Educação (MEC) no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN) e na Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA). Ambas as instituições estão sob o comando de pessoas que não têm legitimidade.

O IFRN está sendo dirigido pelo interventor Josué Moreira, nomeado em abril pelo ex-ministro da educação Abraham Weintraub. Embora não tenha participado do pleito de dezembro de 2019 (que elegeu o professor José Arnóbio para reitor) e esteja sob constante protestos dos alunos, professores e funcionários do Instituto, insiste em continuar como reitor pro-tempore. Claramente aliado a política perseguidora do Governo de Jair Bolsonaro, Josué Moreira mandou a Polícia Militar reprimir estudantes e funcionários em 11 de agosto, pleno Dia do Estudante, durante uma manifestação pacífica. A operação foi repudiada pelo Governo do Estado, que determinou a imediata saída da corporação do local.

A UFERSA está submetida a administração da professora Ludimilla Oliveira, nomeada em 21 de agosto pelo presidente Bolsonaro. Na última eleição para escolha de reitor Ludimilla ficou em terceiro lugar, com 18,33% dos votos. Quem venceu o pleito foi o professor Rodrigo Codes, que obteve 37,55% dos votos. Apesar de listas tríplices serem legais nas universidades federais, os últimos governos sempre respeitaram o voto da comunidade acadêmica. Por isso, estudantes, professores e funcionários da Instituição exigem que Rodrigo seja empossado.

Assim, o SINTE/RN se soma a todas e todos que não aceitam reitores indicados, interventores ou pessoas não eleitas através de processo eleitoral democrático para dirigir instituições federais, sobretudo porque estas figuras têm perseguido seus opositores e são aliadas a política de desmonte da educação.

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