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PISO SALARIAL

Luta sindical garante novo reajuste do Piso do Magistério em 2026

3 Feb 2026

Créditos: Gilson Abreu/AEN . Fonte: Agência Senado

O Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério teve reajuste de 5,4% em 2026, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 para a jornada de 40 horas semanais. A atualização foi confirmada em 21 de janeiro com a assinatura de uma Medida Provisória pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que altera a forma de cálculo do reajuste anual.

A mudança no índice de correção não aconteceu por acaso. Ela foi resultado direto da luta da CNTE e dos sindicatos filiados, como o Sinte-RN, que rejeitaram a regra anterior para recompor as perdas salariais da categoria em 2026. A mobilização política e sindical garantiu um novo modelo de atualização, que vincula o Piso tanto à inflação quanto ao crescimento dos recursos da educação.

NOVA FÓRMULA GARANTE CORREÇÃO REAL

Pela nova regra, o reajuste do Piso passa a ser calculado a partir de dois componentes:

  • A inflação do ano anterior, medida pelo INPC, e
  • 50% da média da variação real das receitas do Fundeb (corrigidas pelo INPC), considerando os últimos cinco anos.

Além disso, a Medida Provisória estabelece que o índice de reajuste nunca poderá ser inferior à inflação, garantindo, no mínimo, a manutenção do poder de compra dos salários.

SINTE-RN COBRA APLICAÇÃO NO RN

Com a definição do Piso 2026, o Sinte-RN tem reivindicado oficialmente do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal a aplicação imediata do reajuste na carreira do magistério, com reflexos em toda a tabela salarial, para ativos(as) e aposentados(as).

O Sindicato reafirma que o Piso não é um teto, mas uma conquista que precisa ser defendida e ampliada.

PISO SALARIAL

Luta sindical garante novo reajuste do Piso do Magistério em 2026

3 Feb 2026

Créditos: Gilson Abreu/AEN . Fonte: Agência Senado

O Piso Salarial Profissional Nacional do Magistério teve reajuste de 5,4% em 2026, passando de R$ 4.867,77 para R$ 5.130,63 para a jornada de 40 horas semanais. A atualização foi confirmada em 21 de janeiro com a assinatura de uma Medida Provisória pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que altera a forma de cálculo do reajuste anual.

A mudança no índice de correção não aconteceu por acaso. Ela foi resultado direto da luta da CNTE e dos sindicatos filiados, como o Sinte-RN, que rejeitaram a regra anterior para recompor as perdas salariais da categoria em 2026. A mobilização política e sindical garantiu um novo modelo de atualização, que vincula o Piso tanto à inflação quanto ao crescimento dos recursos da educação.

NOVA FÓRMULA GARANTE CORREÇÃO REAL

Pela nova regra, o reajuste do Piso passa a ser calculado a partir de dois componentes:

  • A inflação do ano anterior, medida pelo INPC, e
  • 50% da média da variação real das receitas do Fundeb (corrigidas pelo INPC), considerando os últimos cinco anos.

Além disso, a Medida Provisória estabelece que o índice de reajuste nunca poderá ser inferior à inflação, garantindo, no mínimo, a manutenção do poder de compra dos salários.

SINTE-RN COBRA APLICAÇÃO NO RN

Com a definição do Piso 2026, o Sinte-RN tem reivindicado oficialmente do Governo do Estado e da Prefeitura do Natal a aplicação imediata do reajuste na carreira do magistério, com reflexos em toda a tabela salarial, para ativos(as) e aposentados(as).

O Sindicato reafirma que o Piso não é um teto, mas uma conquista que precisa ser defendida e ampliada.

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