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Mobilização adia para 2021 a retomada das aulas presenciais da educação pública do RN

8 Sep 2020

Créditos: Julio Cavalheiro/G1 RN

A mobilização da sociedade, sobretudo dos trabalhadores em educação, alunos, pais e entidades, sensibilizou o Governo do Estado, que adiou para 2021 a retomada das aulas na educação pública do Rio Grande do Norte. O anúncio foi feito pela Governadora na manhã desta terça-feira (08). Com isso, o RN é o primeiro Estado a adiar para o ano que vem a volta das aulas.

Fátima Bezerra (PT/RN) informou que sua decisão tem em vista as posições de entidades como o SINTE/RN, o Comitê de Educação, os resultados de enquetes virtuais e o parecer do Comitê Científico. Nos próximos dias um decreto será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) oficializando o adiamento. De acordo com o comunicado, um “plano de recuperação das aprendizagens” à distância será aplicado para os alunos concluintes do ensino fundamental e médio.

A medida tem em vista a pandemia da Covid-19, que já matou mais de 127 mil pessoas no Brasil (2.294 no RN) e não dispõe de remédios e vacinas eficazes.

O SINTE/RN comemorou a notícia. Para o Sindicato, não há condições de retomada sem uma vacina ou preparo das escolas, que tradicionalmente sofrem de problemas estruturais, falta de pessoal e material. Num contexto de risco de contaminação por um vírus mortal, seria temerário reabrir as unidades de ensino.

A coordenadora geral do SINTE/RN, professora Fátima Cardoso, lembra que nenhum outro governo tomou essa decisão até agora, mas que a pressão da sociedade foi fundamental: “O posicionamento dos professores nas redes sociais, contribuiu diretamente para a decisão da Governadora, assim como a posição firme e responsável do SINTE”.

No entanto, a sindicalista questiona se até ano que vem as escolas estarão preparadas e lembra que a situação da pandemia deverá ser reavaliada: “Para 2021, resta saber se as escolas estarão preparadas e como estará a contaminação. Mas esse tempo será de discussões e aprofundamento de toda comunidade escolar sobre o possível retorno das aulas no ano que vem”.

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Mobilização adia para 2021 a retomada das aulas presenciais da educação pública do RN

8 Sep 2020

Créditos: Julio Cavalheiro/G1 RN

A mobilização da sociedade, sobretudo dos trabalhadores em educação, alunos, pais e entidades, sensibilizou o Governo do Estado, que adiou para 2021 a retomada das aulas na educação pública do Rio Grande do Norte. O anúncio foi feito pela Governadora na manhã desta terça-feira (08). Com isso, o RN é o primeiro Estado a adiar para o ano que vem a volta das aulas.

Fátima Bezerra (PT/RN) informou que sua decisão tem em vista as posições de entidades como o SINTE/RN, o Comitê de Educação, os resultados de enquetes virtuais e o parecer do Comitê Científico. Nos próximos dias um decreto será publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) oficializando o adiamento. De acordo com o comunicado, um “plano de recuperação das aprendizagens” à distância será aplicado para os alunos concluintes do ensino fundamental e médio.

A medida tem em vista a pandemia da Covid-19, que já matou mais de 127 mil pessoas no Brasil (2.294 no RN) e não dispõe de remédios e vacinas eficazes.

O SINTE/RN comemorou a notícia. Para o Sindicato, não há condições de retomada sem uma vacina ou preparo das escolas, que tradicionalmente sofrem de problemas estruturais, falta de pessoal e material. Num contexto de risco de contaminação por um vírus mortal, seria temerário reabrir as unidades de ensino.

A coordenadora geral do SINTE/RN, professora Fátima Cardoso, lembra que nenhum outro governo tomou essa decisão até agora, mas que a pressão da sociedade foi fundamental: “O posicionamento dos professores nas redes sociais, contribuiu diretamente para a decisão da Governadora, assim como a posição firme e responsável do SINTE”.

No entanto, a sindicalista questiona se até ano que vem as escolas estarão preparadas e lembra que a situação da pandemia deverá ser reavaliada: “Para 2021, resta saber se as escolas estarão preparadas e como estará a contaminação. Mas esse tempo será de discussões e aprofundamento de toda comunidade escolar sobre o possível retorno das aulas no ano que vem”.

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