A professora potiguar Larissa França, que leciona em Natal e Ceará-Mirim, é uma das vencedoras da 3ª edição do concurso Juventude que Muda a Educação Pública 2025, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). O reconhecimento nacional veio a partir do projeto “Jacumã, Nossa Palavra-Mundo: Diálogo e Conscientização da Juventude na Defesa da História, Cultura e Ambiente Local”, desenvolvido na Escola Municipal Brasiliano Marques de Araújo, na Praia de Jacumã, litoral de Ceará-Mirim (RN).
Inspirada na Pedagogia Freiriana, a iniciativa colocou a realidade local no centro do processo educativo, envolvendo estudantes do 5º ano do ensino fundamental em uma profunda leitura crítica do território onde vivem. Temas como trabalho, memória, cultura, identidade e preservação ambiental orientaram as atividades, sempre a partir do diálogo e da valorização dos saberes da comunidade.
Ao longo do projeto, os alunos participaram de rodas de conversa, escutas comunitárias e diálogos diretos com pescadores e bugueiros, além de produzirem cartazes, vídeos e materiais informativos. A proposta também criou espaços de valorização da memória local, fortalecendo o vínculo entre escola e comunidade. A culminância ocorreu com a realização de uma Feira Livre da Conscientização, momento em que os estudantes assumiram o protagonismo como agentes ativos na defesa do patrimônio histórico, cultural e ambiental de Jacumã.
Para o Sinte-RN, o trabalho da professora Larissa França projeta o Rio Grande do Norte no cenário da educação pública brasileira e reafirma o poder de uma pedagogia que parte do território, valoriza a cultura local e forma estudantes conscientes, críticos e comprometidos com a transformação social.
O concurso Juventude que Muda a Educação Pública, criado pela CNTE, tem como objetivo dar visibilidade a práticas pedagógicas inovadoras protagonizadas por jovens educadores e educadoras das redes públicas municipais e estaduais. Nesta terceira edição, foram selecionadas cinco iniciativas de diferentes regiões do país, todas marcadas pelo impacto social, pelo diálogo com as comunidades escolares e pelo fortalecimento do protagonismo juvenil.
Em seu site, a CNTE, aponta que experiências como a desenvolvida por Larissa França demonstram, na prática, que a escola pública é um espaço estratégico de transformação social, especialmente quando conduzida por jovens educadores comprometidos com os direitos humanos, a democracia e a justiça social.
As experiências vencedoras, incluindo a desenvolvida no Rio Grande do Norte, serão apresentadas em Brasília, durante o 1º Conselho Nacional de Entidades da CNTE de 2026, com programação cultural na capital federal.
Para Luiz Felipe Krehan, coordenador do Coletivo de Juventude da CNTE, o concurso evidencia o papel transformador da juventude na educação pública brasileira. “O Juventude que Muda a Educação Pública mostra que essa juventude tem compromisso com o país e com a educação. É uma juventude que luta por direitos, que ensina outros jovens a lutarem pelos seus direitos e que desenvolve um trabalho feito com afinco, dedicação e muito compromisso, representando com orgulho a bonita profissão de educador”, afirma.
Segundo Krehan, a diversidade temática e a forte conexão com os territórios são marcas comuns entre os projetos premiados. “Os projetos são muito diversificados: dialogam com cidadania, meio ambiente e fortalecem a ideia de comunidade e de raiz. Muitos deles trabalham a identidade local e o sentimento de pertencimento, que é uma marca importante da juventude”, destaca. Ele ressalta ainda que as iniciativas refletem as múltiplas realidades regionais do país, revelando “como a juventude da educação pública está conectada aos seus territórios e às suas comunidades”.
A professora potiguar Larissa França, que leciona em Natal e Ceará-Mirim, é uma das vencedoras da 3ª edição do concurso Juventude que Muda a Educação Pública 2025, promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). O reconhecimento nacional veio a partir do projeto “Jacumã, Nossa Palavra-Mundo: Diálogo e Conscientização da Juventude na Defesa da História, Cultura e Ambiente Local”, desenvolvido na Escola Municipal Brasiliano Marques de Araújo, na Praia de Jacumã, litoral de Ceará-Mirim (RN).
Inspirada na Pedagogia Freiriana, a iniciativa colocou a realidade local no centro do processo educativo, envolvendo estudantes do 5º ano do ensino fundamental em uma profunda leitura crítica do território onde vivem. Temas como trabalho, memória, cultura, identidade e preservação ambiental orientaram as atividades, sempre a partir do diálogo e da valorização dos saberes da comunidade.
Ao longo do projeto, os alunos participaram de rodas de conversa, escutas comunitárias e diálogos diretos com pescadores e bugueiros, além de produzirem cartazes, vídeos e materiais informativos. A proposta também criou espaços de valorização da memória local, fortalecendo o vínculo entre escola e comunidade. A culminância ocorreu com a realização de uma Feira Livre da Conscientização, momento em que os estudantes assumiram o protagonismo como agentes ativos na defesa do patrimônio histórico, cultural e ambiental de Jacumã.
Para o Sinte-RN, o trabalho da professora Larissa França projeta o Rio Grande do Norte no cenário da educação pública brasileira e reafirma o poder de uma pedagogia que parte do território, valoriza a cultura local e forma estudantes conscientes, críticos e comprometidos com a transformação social.
O concurso Juventude que Muda a Educação Pública, criado pela CNTE, tem como objetivo dar visibilidade a práticas pedagógicas inovadoras protagonizadas por jovens educadores e educadoras das redes públicas municipais e estaduais. Nesta terceira edição, foram selecionadas cinco iniciativas de diferentes regiões do país, todas marcadas pelo impacto social, pelo diálogo com as comunidades escolares e pelo fortalecimento do protagonismo juvenil.
Em seu site, a CNTE, aponta que experiências como a desenvolvida por Larissa França demonstram, na prática, que a escola pública é um espaço estratégico de transformação social, especialmente quando conduzida por jovens educadores comprometidos com os direitos humanos, a democracia e a justiça social.
As experiências vencedoras, incluindo a desenvolvida no Rio Grande do Norte, serão apresentadas em Brasília, durante o 1º Conselho Nacional de Entidades da CNTE de 2026, com programação cultural na capital federal.
Para Luiz Felipe Krehan, coordenador do Coletivo de Juventude da CNTE, o concurso evidencia o papel transformador da juventude na educação pública brasileira. “O Juventude que Muda a Educação Pública mostra que essa juventude tem compromisso com o país e com a educação. É uma juventude que luta por direitos, que ensina outros jovens a lutarem pelos seus direitos e que desenvolve um trabalho feito com afinco, dedicação e muito compromisso, representando com orgulho a bonita profissão de educador”, afirma.
Segundo Krehan, a diversidade temática e a forte conexão com os territórios são marcas comuns entre os projetos premiados. “Os projetos são muito diversificados: dialogam com cidadania, meio ambiente e fortalecem a ideia de comunidade e de raiz. Muitos deles trabalham a identidade local e o sentimento de pertencimento, que é uma marca importante da juventude”, destaca. Ele ressalta ainda que as iniciativas refletem as múltiplas realidades regionais do país, revelando “como a juventude da educação pública está conectada aos seus territórios e às suas comunidades”.