Para Refletir

Ninguém, ninguém mesmo, está livre de falsas acusações

13 Aug 2014

Imagine-se em lapso de realidade onde você liga a TV no Jornal Nacional e ouve a seguinte manchete: “Carpinteiro Jesus de Nazaré pode ser agente do príncipe dos demônios.  E o narrador continua com imagens do local: “Na manhã de hoje o nazareno conhecido como Jesus, realizou um procedimento de cura em um cidadão cego e mudo.   O portador de deficiência passou a ver e a falar.

Um grupo de estudiosos presente no local analisou a situação e constatou que o fenômeno não poderia ocorrer a partir do desejo de Deus.  Para eles, o carpinteiro estaria sob o comando de ninguém menos que Belzebu, o príncipe dos demônios.”

E a matéria continua mostrando um grupo de pessoas sérias e bem vestidas em reunião: “O caso está sendo avaliado pelos Fariseus, uma conceituada e tradicional instituição de nossa sociedade.”

Corta para o comentarista do telejornal: “Esta não é a primeira vez que Jesus de Nazaré causa polêmica. Suas palavras são consideradas perigosas para as instituições, já que desrespeita as tradições e até instiga os pobres contra os ricos.  Em um dos seus discursos ele chegou a afirmar “É mais fácil uma corda grossa passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus”.  Com a palavra o Tribunal do Sinédrio.

Terminada a matéria, entra a moça do Tempo para dizer se vai fazer sol ou se vai chover.

Esta viagem imaginária é baseada no livro de Matheus 12:24.  A passagem bíblica que mostra o próprio Jesus Cristo sendo caluniado e difamado.  Naquela época, quantos não acreditaram na versão oficial da informação? Muitos! Tanto é que na hora da eleição de vida ou morte, optaram por soltar Barrabás.

Mais de 2000 anos depois, muitos de nós ainda caem nessas armadilhas dos que detêm o poder econômico e ideológico. Já está mais do que na hora de ficarmos atentos e buscarmos informações realmente isentas antes de formularmos nossas opiniões.

Ninguém, ninguém mesmo, está livre de falsas acusações

13 Aug 2014

Imagine-se em lapso de realidade onde você liga a TV no Jornal Nacional e ouve a seguinte manchete: “Carpinteiro Jesus de Nazaré pode ser agente do príncipe dos demônios.  E o narrador continua com imagens do local: “Na manhã de hoje o nazareno conhecido como Jesus, realizou um procedimento de cura em um cidadão cego e mudo.   O portador de deficiência passou a ver e a falar.

Um grupo de estudiosos presente no local analisou a situação e constatou que o fenômeno não poderia ocorrer a partir do desejo de Deus.  Para eles, o carpinteiro estaria sob o comando de ninguém menos que Belzebu, o príncipe dos demônios.”

E a matéria continua mostrando um grupo de pessoas sérias e bem vestidas em reunião: “O caso está sendo avaliado pelos Fariseus, uma conceituada e tradicional instituição de nossa sociedade.”

Corta para o comentarista do telejornal: “Esta não é a primeira vez que Jesus de Nazaré causa polêmica. Suas palavras são consideradas perigosas para as instituições, já que desrespeita as tradições e até instiga os pobres contra os ricos.  Em um dos seus discursos ele chegou a afirmar “É mais fácil uma corda grossa passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus”.  Com a palavra o Tribunal do Sinédrio.

Terminada a matéria, entra a moça do Tempo para dizer se vai fazer sol ou se vai chover.

Esta viagem imaginária é baseada no livro de Matheus 12:24.  A passagem bíblica que mostra o próprio Jesus Cristo sendo caluniado e difamado.  Naquela época, quantos não acreditaram na versão oficial da informação? Muitos! Tanto é que na hora da eleição de vida ou morte, optaram por soltar Barrabás.

Mais de 2000 anos depois, muitos de nós ainda caem nessas armadilhas dos que detêm o poder econômico e ideológico. Já está mais do que na hora de ficarmos atentos e buscarmos informações realmente isentas antes de formularmos nossas opiniões.

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